terça-feira, 24 de novembro de 2009

É já no próximo fim-de-semana....ISIS


 

É já no próximo fim-de-semana que um sonho de todos nós se vai realizar. A muito aguardada estreia dos ISIS em Portugal vai finalmente acontecer nos dias 28 e 29 de Novembro, em Lisboa (Incrível Almadense)  e Porto (Teatro Sá da Bandeira) respectivamente. Este evento surge do árduo trabalho da promotora portuense Amplificasom, á qual agradeçemos imenso por tudo o que tem vindo a fazer por esta cidade, juntamente com a Prime Artists, á qual também não poderíamos deixar de agradecer pelo trabalho realizado.

A primeira parte de ambos os eventos fica a cargo dos Circle e dos Keelhaul.

Preço dos bilhetes 20,00Euros.
À venda nos seguintes locais: Ticketline, Lojas Fnac, Worten, Bliss, MegaRede, Agências Abreu, Dolce Vita, El Corte Inglês, Carbono (Lisboa e Amadora) e Cave (Lisboa), Piranha (Porto), Lost Underground (Porto), Break Point (Vigo) e nos locais habituais.

domingo, 22 de novembro de 2009

Porcupine Tree e Stick Men - Teatro Sá da Bandeira - Review


Cerca de um ano após se terem estreado na cidade do Porto, os britânicos Porcupine Tree voltaram ao Teatro Sá da Bandeira para mais uma noite memorável. "The Incident" vinha na bagagem e os norte-americanos Stick Men assumiram a primeira parte do espectáculo.

Sem grandes atrasos os nova-iorquinos Stick Men subiram ao palco do Teatro Sá da Bandeira á hora prevista. Apesar de não ser a primeira vez destes americanos por terras lusas eram desconhecidos para a maioria da plateia que se ia aglomerando em frente ao palco. Durante cerca de 40 minutos, Tony Levin (baixista dos King Crimson), Pat Mastelotto e Michael Bernier souberam como entreter o público até ao grande momento da noite pelo qual se aguardava. Tony Levin explicou que se chamavam Stick Men devido aos instrumentos usados, os Champmam Sticks, e por entre virtuosismos e pormenores técnicos a banda americana foi arrancando cada vez mais aplausos do público. Merecidamente aplaudidos, conquistaram certamente novos fãs.

Por volta das 22:15 e perante uma sala muito perto da sua lotação máxima (não sei se esgotou, mas se não esteve muito perto disso) os londrinos Porcupine Tree entravam em palco. O êxtase e a expectativa pairavam no ar e uma vez mais o mítico teatro portuense criava um ambiente único. "I - Occam's Razor", faixa introdutória do último registo, deu ínicio ao concerto imediantamente seguido de "II - The Blind House". Steven Wilson agradeceu os fortes aplausos e explicou que o concerto seria dividido em duas partes, como a maioria da plateia já devia de saber. A primeira parte seria composta pelo primeiro cd do último albúm e a segunda por temas de registos anteriores. "The Incident" foi muito bem aceite pela plateia e o sr. Steven Wilson e companhia conseguiram provar como uma faixa de 55 minutos, embora divida em partes, consegue ser tocada ao vivo sem grandes paragens e sem se tornar aborrecida. O novo registo têm a capacidade de se tornar bastante intimista ao vivo levando várias vezes o mentor do projecto a sentar-se ao piano ou em frente ao microfone, munido da sua guitarra acústica, em momentos de pura comtemplação artística, sendo os videos bem trabalhados e sincronizados a paisagem perfeita. "II The Blind House", "III - Great Expectations", "V - Drawing The Line", "VI - The Incident", "IX - Time Flies" e "XIV - I Drive the Hearse" destacaram-se como os melhores temas ao vivo do novo registo. Tal como era de esperar e tratando-se de uma tour de apresentação do novo registo, que completou nessa noite 2 meses após ter sido lançado, os Porcupine Tree não tocaram apenas 3 temas desse álbum.

Mais uma vez a banda agradeceu e saiu de palco para um intervalo de 10 minutos que chegou a ter contagem decrescente no ecrã gigante. Durante este intervalo o êxtase e a expectativa voltaram a aumentar, algo que se destacou ainda mais pela contagem por parte da plateia dos 10 segundos finais, como se de uma passagem de ano se tratasse.

Os londrinos voltam a entrar em palco sob uma forte tempestade de aplausos e agora a intimidade e empatia que já se tinha notado ia ser levada ao extremo. Isto devido aos temas de registos mais antigos que iriam tocar e com os quais os presentes estavam mais familiarizados. Abordando o álbum "Deadwing", retomaram o concerto com "The Start of Something Beautiful", excelente faixa com uma produção de video ao seu nível, naquele que foi outro grande momento da noite. "Russia on Ice" foi o tema que se seguiu antes de parte do tema "Anesthetize" fazer as delícias de um público fantástico. "Lazarus", outro grande momento da noite, pôde ser ouvida pela primeira vez na cidade do Porto e "Bonnie The Cat" a faixa escolhida do último registo a figurar neste concerto. "The Mother and Child Divided" e "Normal" encerraram a segunda parte do concerto. A banda despediu-se mais uma vez de palco sob fortes aplausos.

As luzes permancem apagadas sinal de que mais ainda esta por vir e as palavras "we want more" foram acompanhadas do"pum-pum-pum" feito com os pés no soalho do velhinho teatro portuense, algo que também já vem sendo habitual em concertos neste local.

Os Porcupine Tree regressavam a palco para o encore e num regresso ao álbum "In Absentia" trouxeram "The Sound of Muzak" e "Trains", em versão prolongada (com apresentação dos músicos pelo meio e Colin Edwin e John Wesley atirarem o "frango" de borracha do Steven um ao outro, proporcionando momentos hilariantes) para encerrar uma grande noite em beleza. No final houve ainda um truque de magia do grande baterista Gavin Harrison que fez desaparecer as suas baquetas, tempestade de aplausos, agradecimentos por parte do público e dos músicos e as palavras que se esperavam vindas do Steven Wilson: "Thank you very much Porto. We´ll be back really, really soon, Thank you so much"

Os Porcupine Tree são sem dúvida os novos Pink Floyd, mas com seu toque característico e criatividade reconhecidos. Os concertos acarretam grandes produções vizuais proporcionando sempre grandes momentos á plateia. Steven Wilson, Gavin Harrison, Colin Edwin, Richard Barbieri são todos excelentes músicos sem exagerarem nas doses de virtuosísmo. Sem esquecer John Wesley que acompanha este quarteto fantástico ao vivo e que trás o seu toque pessoal à banda. Sem ele os Porcupine Tree ao vivo não seriam a mesma coisa.

Serão os Porcupine Tree capazes de dar maus concertos?

Grande noite, grande concerto, grande ambiente, grande plateia...
Até à próxima!
;)

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

E também amanhã estreia dos Maninfeast ao vivo no Plano B, porque o Porto não para!



"A noite do próximo Sábado dia 21 de Novembro ficará marcada pela estreia em palco dos ManInFeast com a apresentação do seu primeiro EP intitulado "How One Becomes What One Is", um trabalho de cariz conceptual e raízes musicais progressivas e psicadélicas mescladas com outras sonoridades mais densas.

Presença já não desconhecida por estas paragens são os John Is Gone, vencedores do concurso Rock Rendez Worten do ano passado na categoria de Melhor Artista Pop e que trazem na bagagem o seu álbum de estreia: “Paper Cuts and Heartbeats”.

A entrada será de 5 Euros, e poderão encontrar os respectivos álbuns à venda durante os concertos."

Amanhã no Sá da Bandeira: Porcupine Tree!



Passado cerca de um ano após se terem estreado no mesmo local na cidade do Porto, os britânicos Porcupine Tree estão de volta, desta vez para apresentarem o novo álbum intitulado "The Incident". A primeira parte fica a cargo dos The Stick Men.

Aconselho a todos os que gostam da banda a não perderem este concerto. O do ano passado foi incrível, dos melhores concertos a que já tive oportunidade de assistir. O sr. Steven Wilson e companhia sabem mesmo como agarrar uma plateia e o Sá da Bandeira tem a fantástica capacidade de criar ambientes únicos. Por isso se estão na dúvida de ir ou ficar por casa....vão ;)

Aqui fica um possível tema ao vivo para amanhã:

Buried Inside, Tombs, Concealment & Crushing Sun - Porto-Rio - Review



Na mesma noite na qual a selecção nacional se qualificou para o Mundial 2010, poucos eram os que imaginavam a grande noite que ainda estava por vir. No deck de um pequeno barco nas margens do rio Douro, Porto-Rio é o seu nome, durante o agreste frio de uma noite de inverno, dois nomes sonantes da editora americana Relapse Records estrearam-se em Portugal e aqueceram os poucos vultos presentes.

Com a primeira parte a cargo dos Concealment e dos Crushing Sun, coube a estes últimos abrir o "porão" do barco e dar as boas-vindas aos presentes. Originários de Vila do Conde, este quarteto dá provas de ser um projecto a seguir com atenção no futuro, algo ainda mais acentudado pelo lançamento de um novo registo marcado para breve. Com o seu Death Metal, com influências de Lamb of God, principalmente na voz, fizeram bem o papel que se pede a uma banda de abertura, subiram ao palco, encararam os poucos presentes e descarregaram a sua sonoridade. Surpreenderam pelos novos temas.

Os Concealment são um dos fenómenos mais marcantes do Death Metal Técnico a nível nacional e os anos de estrada denotam cada vez mais a técnica e a qualidade deste trio ao vivo. Centrando-se maioritariamente no último registo, "Leak", os sintrenses abordaram a plateia por entre pormenores técnicos de guitarra, baixo e bateria. Sem dúvida a banda mais deslocada do cartaz, ainda assim, quem os viu certamente que gostou.

Sendo uma das mais recentes contratações da Relapse Records, os Tombs, deverão ser ainda um pouco desconhecidos para quem não acompanha regularmente as novidades dentro do Post-Metal/Sludge. Começando por apresentar temas que deverão figurar no seu próximo registo, este trio nova-iorquino estreante em Portugal, explicou bem o porquê de terem contrato discográfico firmado com uma das editoras mais influentes dentro do género em questão. Criando uma atmosfera pesada e negra, contrastante com os frágeis interlúdios e melodias, descarregaram os temas do seu único registo "Winter Hours". Destaque para o tema "Golden Eyes", momento alto da noite, que durante os seus 3 minutos de duração descreve de uma forma bastante marcante toda essência da banda. Infelizmente não foi possível ouvir os temas "Gossamer" e "The Great Silence" devido a problemas vocais do guitarrista/vocalista, algo que não impediu os Tombs de se estrearem em grande no nosso país. Se com apenas um álbum conseguem ser assim, imaginem daqui a uns anos.


Os Buried Inside foram a última banda a subir ao palco do Porto-Rio. A estrearem-se pela primeira vez em Portugal e perante uma plateia relativamente fraca, esperava-se bastante mais aderência tendo em conta o nome em questão, apresentaram o seu último registo "Spoils of Faillure". Quatro anos foi o tempo que demoraram a editarem este novo lançamento e se o resultado em estúdio é algo de extraordinário ao vivo pode-se dizer que resulta ainda melhor. Os novos temas possuíem a capacidade de prender o público de uma maneira que é sentida interiormente. Os riffs e os guturais ora em contraste com as melodias ora em sintonia com o noise e feedback fazem-nos vibrar e o headbanging é algo difícil de conter. Destaque para o tema "V" tendo sido este um dos melhores momentos de toda a actuação. Grandiosos, os Buried Inside, impuseram-se como cabeças de cartaz que são e encerraram a noite da melhor forma possível. Depois disto, os copos e a boa disposição tomaram conta do resto da noite.




Fotos: groo-7

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

KATATONIA - Night Is The New Day


Formados em 1991, os Katatonia, são uma banda sueca de doom metal, que não deve ser desconhecida pelos visitantes deste blog, muito menos por amantes do género em questão. Ao longo dos anos foram-nos brindando com grandes álbuns e tornaram-se inevitavelmente num dos maiores fenómenos deste género músical. A capacidade de imprimirem sentimentos, maioritariamente melancólicos, nos seus temas é sem dúvida extraordinária e sinal de destaque numa banda que já conta com 8 álbuns de estúdio e ainda registos ao vivo e Ep´s.

"Night Is The New Day" é o novo albúm dos Katatonia à muito aguardado e pode-se dizer que mais uma vez o quarteto sueco não desiludiu como também levou a banda para outro "patamar" e Mike Akerfeldt, vocalista dos Opeth, apelida-o de obra-prima. Mantendo o característico Doom/Melancholic Metal os Katatonia souberam injectar a dose correcta de metal progressivo para fazerem algo diferente e ainda assim soar a Katatonia. "Forsaker", primeiro tema do álbum, apresenta-nos uns Katatonia á imagem do "The Great Cold Distance" podendo esta faixa estar perfeitamente incluída no registo de 2006 pela maneira como se desenrola ao longo dos 4 minutos de duração. "The Longest Year", é o tema que se segue. Mais lento e calmo, merece especial destaque pois inicia a vertente mais progressiva deste registo e da banda. Algo que vai crescendo ao longo de todo o álbum sendo cada vez mais notória. Destaque ainda para os temas "Idle Blood" que conta com a participação especial de Mike Akerfeldt e mostra-nos o possível resultado do que seria uma união entre os Katatonia e os Opeth, "Nephilim", "New Night", "Day and then the Shade" e "Departer". Ao longo de 11 temas viajamos por um mundo mergulhado na escuridão em que a melancolia é a regra.

Como o registo é recente e conta com poucas execuções (deste lado) é díficil descrevê-lo porque é sem dúvida um álbum para se descobrir ouvindo várias vezes. Uma coisa é certa, "Night Is The New Day" é um bom sucessor de "The Great Cold Distance". Por nos apresentar os Katatonia numa vertente mais progressiva e diferente daquilo que estamos habituados, a ouvir por parte destes suecos, não vai "entrar" á primeira, mas como diria Fernando Pessoa, "Primeiro estranha-se, depois entranha-se". Mais um grande álbum a figurar no corrente ano de 2009 e é disco do mês de Novembro por aqui.

Ouçam-no e contem-nos as vossas opiniões ;)

Katatonia - "Night Is The New Day" 2009

1.Forsaker
2.The Longest Year
3.Idle Blood
4.Onward Into Battle
5.Liberation
6.The Promise of Deceit
7.Nephilim
8.New Night
9.Inheritance
10.Day and Then the Shade
11.Departer

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sábado, 24 de outubro de 2009

Opeth...foi assim:



Progressive Nation Tour 2009 - Palácio de Cristal, Porto - Review


A passada noite de 22 de Outubro ficou marcada pela passagem da Progressive Nation Tour 2009 por território nacional. Levada a cabo e encabeçada pelos Dream Theater conta ainda com os suecos Opeth, os norte-americanos Bigelf e os canadianos Unexpect. O destino escolhido foi o Porto e muitos foram os que não quiseram perder a oportunidade de ver na mesma noite duas das maiores bandas do metal progressivo mundial.

Passavam poucos minutos das 19:00 horas quando, e como previsto, os Unexpect subiram ao palco. Desde cedo a má acústica do Palácio de Cristal se fez sentir e os Unexpect enfrentaram problemas de som durante todo o concerto. As guitarras e o baixo foram praticamente inaudíveis ao longo da actuação destes canadianos e pormenores técnicos, característicos do avant-garde, passaram despercebidos á maioria da plateia que se ia aglomerando em frente ao palco. Assim, os Unexpect acabaram por passar de forma indiferente pela maioria do público.

Os Bigelf foram a banda que se seguiu estreando-se por território luso. Centrando-se no seu mais recente registo, Cheat The Gallows brindaram os presentes com o seu rock psicadélico "á moda antiga". Temas como Money, It's Pure Evil, The Evils Of Rock & Roll e Hydra, entre outros, e a boa disposição e interacção do vocalista Damon Fox com a plateia foram aspectos positivos na actuação dos Bigelf. Durante o concerto destes norte-americanos a má acústica do Palácio de Cristal foi reduzida e a qualidade do som foi melhorada, tornando-se mais limpa e notável, algo que acabou por ser crucial durante o resto da noite.

Os Opeth, uma das bandas mais aguardadas da noite, foram os senhores que se seguiram. Perante uma plateia ,que a atingia quase a lotação máxima, a gritar "Opeth", Mike Åkerfeldt e companhia subiram ao palco por volta das 20:30 e durante de apenas 60 minutos de actuação, demonstraram o porquê de serem considerados uma das grandes e mais influentes bandas do metal progressivo actual. Heir Apparent dá início a uma bela actuação e a empatia e o ambiente desde logo criados são fantásticos. O sr. Åkerfeldt apresentou-se, como é habitual, muito bem disposto e interactivo com o público, chegando a referir com tristeza o facto do Hard Club ser agora um restaurante e como ele próprio disse um restaurante que "serve comida merdosa" (pena ninguém o ter avisado de que um novo Hard Club está prestes a abrir e que os Opeth são sempre bem-vindos ;) ). Mike Åkerfeldt confessou ainda que sentiu saudades do Porto e como os Opeth fizeram mal em não terem tocado na cidade portuense nestes quase três anos que se passaram desde o concerto no Hard Club em 2006. O público, claro está, concordou com estas sábias palavras. Reverie/Harlequin Forest, The Lotus Eater, Windowpane, Deliverance e Hex Omega foram os temas que completaram um set curto mas intenso. Os Opeth abandonaram o palco sob uma tempestade de aplausos. Foi bom, mas soube a pouco e os fãs nacionais de Opeth continuam a pedir um concerto em nome próprio e com um set mais alargado.

Os Dream Theater eram a banda mais aguardada da noite e foram os últimos a subir ao palco para dar continuidada a uma noite, na qual o balanço já era positivo. Por volta das 22:00 horas o ínicio de A Nightmare to Remember, tema do mais recente álbum Black Clouds & Silver Linings, faz-se ouvir e ao som do primeiro riff o pano preto cai e eis James LaBrie e companhia, os mestres do metal progressivo actual, e logo de imediato a magia criada é sentida e vivida. The Mirror e Lie foram os temas que se seguiram antes de Jordan Rudess, teclista, fazer um solo de teclado que daria ínicio á Prophets of War. A qualidade técnica destes senhores é sem dúvida extraordinária e em todos os instrumentos denotam-se promenores técnicos incríveis, por isso tão depressa estamos a olhar para solos incríveis do Petrucci como a seguir já estamos a "pasmar" nas linhas de baixo de John Myung ou a tentar encontrar Mike Portnoy por detrás da gigante bateria para tentar seguir os seus movimentos. Wither, The Dance of Eternity, Sacrificed Sons, In the Name of God foram os temas que se seguiram. A banda abandonou o palco e voltaria para o encore, no qual figurou o tema The Count of Tuscany. Os Dream Theater, 4 meses depois de terem tocado em Lisboa, voltam-se a despedir de Portugal sob fortes aplausos.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

EVERGREEN TERRACE

Boas pessoal. Queria começar por pedir desculpas pela inactividade que o blog tem tido, mas com as férias e com o começo/regresso á universidade descuida-mo-nos aqui do "tasco".

Para este regresso trago-vos os "Evergreen Terrace", um nome que deve de ser conhecido para quem anda a par da cena Punk/Hardcore e que tem vindo a ganhar nome ao longo dos últimos anos.

Oriundos da Florida, E.U.A., e formados em 1999 estes 5 norte-americanos a cada álbum que lançam presenteiam-nos com boas doses do melhor Punk/Hardcore melódico que se pode encontrar nos dias que correm. Contando com 5 álbuns de estúdio já andaram em tour ao lado de nomes como Every Time I Die, Rise, As I Lay Dying, Hatebreed, Gwar, entre muitos outros.

Não há muito para dizer visto que todas as tentativas de descrição das suas músicas acabam sempre numa palavra: brutalidade. O que mais se destaca nestes senhores é sem dúvida a combinação dos riffs melódicos com as vozes de Andrew Carey e Craig Chaney que encaixam de uma maneira extremamente agradável e é isso que os marca e diferencia de outras tantas bandas do género.

Os Evergreen Terrace são a típica banda que se ouve e só se apetece "moshar", e que bom exemplo disso são. ;)

Fiquem com os últimos dois registos destes norte-americanos.

"Wolfbiker" (2007)

01. Bad Energy Troll
02. High Tide or No Tide
03. Wolfbiker
04. Chaney Cant Quite Riff Like Helmets Page Ham
05. Where There is Fire We Will Carry Gasoline
06. Rip This!
07. Starter
08. To the First Baptist Church of Jacksonville
09. Rolling Thunder Mental Illness
10. The Damned

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"Almost Home" (2009)

01. Enemy Sex
02. Almost Home (III)
03. God Rocky, Is This Your Face?
04. Were Always Losing Blood
05. Sending Signals
06. Mario Speedwagon
07. Failure To Operate
08. Hopelessly Hopeless
09. The Letdown
10. Im A Bulletproof Tiger
11. Not Good Enough

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(pass: www.mediaportal.ru)

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

CONFIRMADO CARALHO!!! FINALMENTE!!!


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+ CIRCLE
+ KEELHAUL
@ Teatro Sá da Bandeira
Dia 29 de Novembro

Obrigado! Mil vezes obrigado! Leiam tudo aqui e aqui.





























sábado, 29 de agosto de 2009

RISE OF DAY



Rise Of Day é um projecto musical hungaro unicamente composto por Ákos Szilágyi e "Go alone on a field on the other side of the Earth, towards a new beginning" o primeiro registo em formato de EP disponibilizado via myspace para download gratuito.

Vale a pena.